Encontro Com a Palavra

A Filosofia de Liderança de Jesus

Pr. Dick Woodward      domingo, 23 de julho de 2017

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(Mateus 23:1-12) Essa passagem apresenta uma filosofia de liderança revolucionária.

Esse ensino de Jesus é muito semelhante ao que Ele já tinha ensinado, registrado em Mateus 20:20-28.

Ali Jesus ensinou a forma como devemos servir uns aos outros. Ele mostrou essa mesma verdade quando lavou os pés dos discípulos (João 13:1- 17)

Nessa ocasião Jesus é mais específico quando descreve a estrutura de liderança do Seu reino, a Sua igreja, baseada no serviço e na humildade.

Se propuséssemos implantar essa filosofia de liderança nas igrejas hoje, iríamos perceber que não existe nada da realidade de Jesus nas igrejas de nossos dias.

De acordo com o ensino registrado em Mateus 20:25-28, a igreja deve ser uma comunidade espiritual única onde não deve haver hierarquia, como existe no sistema mundial.

Jesus fez duas proibições específicas quando apresentou sua filosofia de liderança.

Ele usou os costumes dos escribas e dos fariseus a fim de preparar os apóstolos para ouvir essas proibições.

Os escribas e fariseus eram a antítese de Jesus. Amavam a hierarquia, desde que eles ficassem no topo subjugando o povo; amavam tomar a ponta da mesa nos banquetes e serem chamados de “Rabi” ou “Mestre” pelas ruas da cidade.

Tendo esses líderes religiosos como pano de fundo, Jesus fez essas duas proibições para Sua igreja.

Primeira: não deixemos ninguém nos chamar de mestres, porque temos apenas um Mestre, que é Cristo.

Estamos todos no mesmo nível, somos todos irmãos.

Também não devemos deixar que ninguém nos chame de “pai”, algumas traduções usam a palavra “líder”. Pois só Deus é Pai e só Cristo é o nosso Mestre ou Líder.

Será que podemos aplicar essa filosofia de liderança de Jesus em nossas igrejas hoje?

É difícil entender como as igrejas têm lideranças baseadas na hierarquia.

Existem igrejas que possuem até uma estrutura de liderança semelhante à militar.

Para Jesus a estrutura de liderança da igreja tem de ser diferente.

(Mateus 23:11,12); (Tiago 2:1-9)

O Discurso do Monte das Oliveiras

(Mateus 24 e 25)

Esse sermão de Jesus refere-se à Sua Segunda Vinda e ao fim do mundo.

Assim como no discurso da Última Ceia, esse sermão também se iniciou a partir de uma conversa.

Muitas conversas paralelas devem ter acontecido durante esse discurso. Vamos discorrer sobre uma delas.

Jesus estava no Templo de Salomão e os apóstolos fizeram-lhe observações sobre a grandiosidade daquela construção.

Jesus respondeu a essas observações declarando que chegaria a hora que não ficaria pedra sobre pedra daquele templo tão grandioso.

Então os apóstolos lhe fizeram três perguntas:

  1. quando sucederão essas coisas?
  2. Que sinal haverá da Tua vinda?
  3. Que sinal haverá da consumação do século?

Enquanto você estuda esse discurso de Jesus, deixe que essas três perguntas dos apóstolos e as respostas de Jesus tragam revelação desse discurso para você.

A Segunda Vinda de Cristo, não é um acontecimento isolado, mas uma série de acontecimentos.

Como toda profecia bíblica, o desafio é descobrir tudo o que foi profetizado; descobrir o que se refere a um futuro próximo e o que se refere a um futuro distante.

Quarenta anos depois de Jesus pronunciar esse discurso, os romanos destruíram o templo completamente. Não ficou pedra sobre pedra.

Aquele acontecimento cataclísmico foi profetizado nesse discurso.

Quando os apóstolos perguntaram sobre “essas coisas”, a resposta de Jesus referiu-se a esse acontecimento.

Quando Jesus disse “Um será tomado, e outro deixado”, referiu-se ao arrebatamento da igreja, ensinado também pelo Apóstolo Paulo em I Tessalonicenses 4:13-17.

Os apóstolos pediram sinais desses acontecimentos e Jesus respondeu que ninguém sabe quando tudo isso acontecerá, mas assim como podemos ver os sinais dos tempos e das estações, também veremos os sinais da Sua vinda e do fim do mundo.

Alguns desses sinais são as “guerras e os rumores de guerra”. Um exemplo disso é a chamada “guerra fria”.

Nações e reinos que se levantarão uns contra os outros; temos os exemplos das Duas Grandes Guerras mundiais; e ainda, fome, terremotos e apostasia.

Estes são alguns dos sinais. Por isso devemos considerar todos esses acontecimentos com muita seriedade.

Jesus prevê que Sua vinda será espetacular, como um “flash” de luz no céu e, por causa desses sinais, entende-se que Sua vinda será quando menos se espera.

Entretanto, Jesus nos desafia a vigiar, porque na sua vinda, Ele quer nos encontrar como servos fiéis.

Jesus faz a aplicação desse sermão com três parábolas, registradas no capítulo 25 do Livro de Mateus.

A primeira parábola fala que Sua vinda será o julgamento das lamparinas vazias.

Na Bíblia, o óleo representa o Espírito Santo. As virgens insensatas não tinham óleo em suas lamparinas.

Trata-se daquelas pessoas que embora estando na Igreja, quando Jesus vier, serão encontradas vazias do Espírito.

A lição da primeira parábola é que, quando o Noivo (Jesus) chegar, será muito tarde para que essas pessoas consigam óleo para si, através daqueles que tiveram uma vida fiel a Jesus e que por isso têm o óleo.

Encontro Com a Palavra é um estudo escrito pelo Dr. Dick Woodward e narrado na voz do Pastor Edson Bruno.

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