Encontro Com a Palavra

Conclusão do Estudo de Mateus

Pr. Dick Woodward      segunda-feira, 24 de julho de 2017

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As Três Parábolas do Monte das Oliveiras

No ultimo programa iniciamos a abordagem das três parábolas do capitulo 25 do Livro de Mateus.

Vimos que na parábola das dez virgens Jesus ensinou que sua segunda vinda será um julgamento sobre todo o vaso vazio.

Na Segunda parábola Jesus fala do julgamento para aqueles que, na Sua Segunda Vinda estiverem com as mãos vazias. Esta é a conhecida Parábola dos Talentos.

Deus nos fará a mesma pergunta que fez a Moisés: “Que é isso que tens na mão?” (Êxodo 4:2)

Em outras passagens do Novo Testamento lemos que após Segunda Vinda de Cristo haverá o julgamento das obras dos crentes em Cristo (I Coríntios 3:13-15II Coríntions 5:10)

Essa parábola nos alerta a sermos fiéis administradores daquilo que Deus nos confiou.

Jesus proferiu um terceiro ensino nesse Sermão do Monte das Oliveiras.

Com base nesse ensino podemos dizer que a Segunda Vinda de Cristo será um julgamento dos corações vazios.

Será o julgamento daquelas pessoas que não se importaram com os que tinham sede e fome, que não tinham roupas, que estavam doentes ou na prisão.

Quando Jesus fala de “meus pequeninos”, pode estar se referindo às pessoas que passaram por todos esses sofrimentos, mas também pode estar se referindo aos seus discípulos que sofreriam tudo isso no cumprimento da Sua Missão em favor da igreja.

O Conflito de Jesus Cristo

Os ultimos capítulos do Evangelho de Mateus são um registro da morte e ressurreição de Jesus Cristo e também importantes exemplos dos ensinamentos de Jesus para os crentes.

Foi nessa ocasião que Jesus transformou a Páscoa dos judeus numa ordenança para a igreja, ou seja, na “Eucaristia”, ou “Mesa do Senhor” ou “Santa Ceia”.

Foi em meio a esses acontecimentos que Jesus fez a oração do Getsêmani, também conhecida como “Oração do Senhor”.

Nesses últimos capítulos do Evangelho de Mateus lemos ainda sobre a crise que Jesus enfrentou, a Mesa do Senhor, o Seu modelo de oração e a Grande Comissão.

A Mesa do Senhor (Mateus 26:17-35)

Quando um pai de família viaja para longe de casa, costuma levar com ele uma foto da família e essa foto lhe serve de alento enquanto está longe.

Mas, quando ele volta para casa, para junto de sua família, a foto não lhe é mais necessária. É assim que relacionamos a Santa Ceia ou a Mesa do Senhor.

Jesus sabia que não estaria aqui na terra por um longo tempo e por isso deu à Igreja Sua “figura” simbolizada na Santa Ceia, para através dela, nos lembrarmos d’Ele até que Ele volte.

Quando isso acontecer não precisaremos mais desse símbolo.

Quando Jesus se reuniu com Seus discípulos para passar com eles a última Páscoa ou a Última Ceia, Ele sabia que seria lembrado pelo que seria escrito a Seu respeito, nos quatro Evangelhos.

Ele também sabia que seria lembrado por ter levantado mortos, curado enfermos, acalmado a tempestade, amado o pecador, ensinado e comissionado Seus apóstolos.

Jesus sabia que a lembranças dos Seus feitos estaria com eles e, é através de Suas obras que Ele quer ser lembrado!

Jesus instituiu a Santa Ceia para que, toda as vezes que comermos o pão e bebermos o cálice, nos lembremos de Sua morte por nós, até que Ele volte! (Mateus 26:26-29I Coríntios 11:26)

A Mesa do Senhor é a ordenança que Jesus deixou para nos lembrarmos d´Ele.

A Oração do Senhor no Getsêmani (Mateus 26:38,39)

Essa oração de Jesus deve ser considerada um modelo de oração para nós: “não seja como eu quero, e sim como tu queres”.

Também na oração do Pai Nosso, ou na oração do discípulo, Jesus nos ensinou a orar dessa forma, que a nossa vontade deve estar em alinhamento com a vontade de Deus.

A presença do Senhor em nós coloca nossa vontade em linha com a vontade de Deus e com o propósito para o qual Ele nos chamou (Romanos 8:26-28)

A primeira parte dessa oração é um profundo exemplo para nós: “Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice”.

Nós, como filhos de Deus, temos o direito e a responsabilidade de fazer essa oração.

Em outras palavras, temos o direito de pedir pela cura, mas, como nessa oração, terminarmos dizendo: “todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres”.

Algumas pessoas acham que isso é falta de fé. Eu não entendo assim uma vez que o próprio Filho de Deus fez essa oração no momento crucial de Sua vida.

Se Ele não tivesse orado dessa maneira, submetendo Sua própria vontade à vontade do Pai, talvez hoje, não houvesse salvação para nenhum de nós.

Todos que são salvos serão eternamente gratos a Jesus que colocou sua vontade em alinhamento com a vontade de Deus, o que resultou na nossa salvação!

Encontro Com a Palavra é um estudo escrito pelo Dr. Dick Woodward e narrado na voz do Pastor Edson Bruno.

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