Encontro Com a Palavra

O Fariseu e o Publicano

Pr. Dick Woodward      quinta-feira, 3 de agosto de 2017

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A alguns que confiavam em sua própria justiça e desprezavam os outros, Jesus contou esta parábola:

"Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu e o outro, publicano.

O fariseu, em pé, orava no íntimo: ‘Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens: ladrões, corruptos, adúlteros; nem mesmo como este publicano.

Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho’.

Mas o publicano ficou à distância. Ele nem ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, dizia: ‘Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador’.

Eu lhes digo que este homem, e não o outro, foi para casa justificado diante de Deus.

Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado". (Lucas 18:9-14)

Nessa parábola temos dois homens orando; duas posturas e dois discursos.

O importante a respeito desses dois homens é que no final da estória, um deles foi declarado “justificado” por Jesus e o outro não. Ou, um foi salvo e o outro não.

Outra maneira de afirmar a mesma coisa é dizer que um deles saiu em estado de graça e o outro não.

O significado da palavra “justificado” é: “como se nunca tivesse pecado”. Além disso, também significa que Deus nos declarou justos.

Nessa parábola Jesus anuncia as Boas Novas e ensinou que para sermos justificados devemos orar como o publicano orou: “Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador” (Lucas 18:13)

A Bíblia conta que o fariseu orou “de si para si mesmo”. Sua oração começava com ele mesmo, era sobre ele mesmo e terminava com ele mesmo.

Sua oração nunca foi além dele mesmo. “Orar” significa “pedir”. Por definição, o fariseu não orou porque ele não pediu nada a Deus.

Esta parábola foi dirigida àqueles que confiavam em si mesmos e que, comparados com outros, se consideravam justos.

  • Como um pecador se torna justo?
  • Como Deus declara um pecador justo?
  • Será que é resultado de um esforço próprio?
  • Sou justo ou justificado porque confio nos meus próprios esforços para ser justo?

Esta parábola afirma que “Não!”. Deus vai me declarar “como se eu nunca tivesse pecado antes” quando eu confessar que sou um pecador que não posso conseguir a salvação por mim mesmo e reconhecer que preciso da misericórdia a Deus.

Nessa parábola, Jesus declarou as Boas Novas verdadeiras!

Todo homem, mulher, menino ou menina pode ser justificado, assumindo uma postura de humildade, contrição, confissão e arrependimento e orando: “Deus, seja misericordioso para comigo que sou pecador!”.

A postura assumida pelo fariseu foi contrária à de humildade, contrição, confissão e arrependimento que nos coloca e nos mantém num estado de graça.

Certo estudioso das Escrituras acredita que Zaqueu, o chefe dos publicanos, que estudaremos no proximo programa, era o publicano descrito nesta parábola.

Ele baseia sua afirmação no fato de que Jesus chamou aquele chefe dos publicanos pelo nome, o que sugere que eles já tinham se encontrado antes.

Isso também sugere que Jesus foi para Jericó para “ver o resultado daquela oração que Zaqueu fez no templo, explicar-lhe o que significa arrependimento e como deve ser trabalhado na nossa vida.

Arrepender-se por se envolver com dinheiro dos pobres, ou dinheiro adquirido de maneira desonesta.

Embora seja uma suposição, ela serve para aumentar nosso interesse em uma das mais bonitas histórias do Novo Testamento.

Até o próximo programa.

Encontro Com a Palavra é um estudo escrito pelo Dr. Dick Woodward e narrado na voz do Pastor Edson Bruno.

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