Encontro Com a Palavra

O Julgamento de Israel

Pr. Dick Woodward      quinta-feira, 25 de maio de 2017

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O Livro de Amós – Parte 2

Deus tentou deter o cativeiro assírio oferecendo a Israel oportunidades de arrependimento (4:6-13)

Deus enviou fome, seca, ventanias, pragas e pestilências, mas não houve conversão, confirmando o que Deus mesmo falara através do profeta: “e ainda assim vocês não se voltaram para mim”.

Em razão de Israel não ter atendido o chamado de Deus ao arrependimento, Amós profetizou o julgamento divino sobre aquele povo; um julgamento que seria permanente. Israel jamais retornaria do cativeiro assírio.

Amós previu o julgamento de Deus contra Israel através de cinco visões.

Os julgamentos descritos nas duas primeiras visões, representados pela praga de gafanhotos e por um fogo consumidor, foram detidos pela intercessão do profeta. Amós rogou pela misericórdia de Deus em favor daquele povo (7:1-6)

A terceira visão, um prumo e um muro mostravam as razões que Deus tinha para estar irado com Seu povo.

Israel não era reto para com Deus. Vivia por caminhos “tortos” e rejeitava a Lei de Deus, o que provocou a ira do Senhor.

A quarta visão, de um cesto com frutas maduras, indicava que o tempo do julgamento do Senhor era iminente.

Por fim, quando Amós teve a quinta visão do julgamento de Deus, ficou no altar e clamou: “Bata no topo das colunas para que tremam os umbrais. Faça que elas caiam sobre todos os presentes; e os que sobrarem matarei à espada. Ninguém fugirá, ninguém escapará” (9:1)

Nessa visão Deus mostrou que Seu julgamento sobre Israel seria definitivo, ninguém escaparia; ninguém seria poupado. O castigo de Deus era iminente.

A Vantagem Espiritual Aumenta a Responsabilidade

Amós não excluiu Judá nem Israel do julgamento que Deus traria sobre as nações.

Ao contrário disso, ele pregou que o julgamento dessas duas nações seria mais severo do que o das nações pagãs.

As conseqüências de seus pecados eram mais severas porque estavam em vantagem espiritual; pois tendo conhecimento da Palavra de Deus, agiam como se não o tivessem; não viviam de acordo com os Seus estatutos e mandamentos.

Segundo Amós, a responsabilidade espiritual é diretamente proporcional ao conhecimento das verdades espirituais.

Essa vantagem espiritual deve influenciar positivamente nosso modo de vida. O que fazemos com o que sabemos é mais importante do que o próprio saber.

É importante ter em mente isso: que o agir de acordo com o que sabemos é mais importante do que adquirir mais conhecimento.

Enquanto o mundo supervaloriza a aquisição de conhecimento, a mensagem dos profetas ensina que é de mais valor a prática do conhecimento e da sabedoria.

Promessa de Restauração

Amós, como os outros profetas, também anuncia que em dias futuros o povo de Israel seria restaurado:

“Naquele dia levantarei a tenda caída de Davi. Consertarei o que estiver quebrado, e restaurarei as suas ruínas. Eu a reerguerei, para que seja como era no passado,
para que o meu povo conquiste o remanescente de Edom e todas as nações que me pertencem”, declara o SENHOR, que realizará essas coisas.” (9:11-12)

Essa profecia fala do retorno espiritual de Israel para o seu Deus.

Em nossos dias, temos sido testemunhas da restauração política de Israel e também do retorno dos judeus que estavam espalhados por todo o mundo para a sua pátria.

Ainda não vimos se cumprir o retorno espiritual, mas aguardamos o cumprimento dessa profecia.

Encontro Com a Palavra é um estudo escrito pelo Dr. Dick Woodward e narrado na voz do pastor Edson Bruno.

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