Encontro Com a Palavra

Por Cristo Em Cristo e Para Cristo

Pr. Dick Woodward      quinta-feira, 28 de setembro de 2017

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Níveis de Relacionamento

No ultimo programa fizemos um resumo do capítuo 5, onde além da janela que mostrou a motivação do coração do apóstolo Paulo, encontramos um perfil de três níveis de maturidade.

Esses níveis descrevem nosso tipo de relacionamento com Cristo: por Cristo, em Cristo e para Cristo.

Quando falamos “por Cristo”, nos referimos a tudo que recebemos referente à salvação e bênçãos espirituais através d’Ele.

Quando “em Cristo” temos união com Ele, que é a fonte de tudo que precisamos para seguí-lo.

Essas duas palavras representam nossa absoluta rendição a tudo que está no coração de Cristo, ou seja, todos os perdidos que precisam ouvir o Evangelho da salvação.

E por último, quando falamos “para Cristo”, nos referimos à nossa motivação para viver por Cristo e em Cristo.

Como Enxergamos Nossa Vida?

A transparência de um ministro começa pela maneira como ele se vê. Ele deve se ver como um simples vaso usado por Deus.

Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus, e não de nós... Trazemos sempre em nosso corpo o morrer de Jesus, para que a vida de Jesus também seja revelada em nosso corpo.” (II Coríntios 4:7 e 10)

Somos como vasos de barro, mas nesses vasos carregamos um tesouro inestimável de Jesus Cristo e nossa transparência torna esse Tesouro conhecido por outras pessoas.

Nosso Tesouro é como uma Luz que brilha pelas rachaduras do vaso, mesmo que essas rachaduras sejam nossas fraquezas humanas, que mesmo assim evidenciam nossa transparência.

A fim de cumprir nosso dever como ministros, Deus permite que o vaso sofra pressão.

As pressões são as tribulações que passamos por causa do Evangelho.

Paulo se referiu às suas próprias tribulações nesta carta para demonstrar como elas eram partes do seu treinamento para ministro do Evangelho.

Cristo Se revela em nossas tribulações porque Seu poder nos capacita a enfrentá-las:

De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos.” (4:8–9)

Quando as tribulações vêm sobre nós e nós persistimos na fé, as pessoas se surpreendem com nossa força e aí podemos compartilhar com elas o Tesouro inestimável de Cristo.

Um Seminário de Sofrimento

De acordo com Paulo, é nas provações que provamos ser ministros de Deus.

... como servos de Deus, recomendamo-nos de todas as formas: em muita perseverança; em sofrimentos, privações e tristezas; em açoites, prisões e tumultos; em trabalhos árduos, noites sem dormir e jejuns”. (6:4–5)

Eu entendo que essas adversidades são as “tempestades da vida”.

A fim de Se revelar, Deus permite que Seus ministros sejam pegos nessas tempestades.

Ele não só permite, como às vezes conduz essas pressões sobre nós.

Deus quer que Seus ministros respondam de uma maneira positiva a essas tempestades.

Mas, como fazer isso?

Através dos recursos espirituais que Ele nos dá: “em pureza, conhecimento, paciência e bondade; no Espírito Santo e no amor sincero; na palavra da verdade e no poder de Deus; com as armas da justiça, quer de ataque, quer de defesa”. (4:6–7)

Com essas pressões e nossa resposta no Espírito de Deus, mostramos Cristo ao mundo e a nossa autenticidade como Seus ministros.

No capítulo cinco, Paulo abriu uma janela que revelou suas motivações.

No capitulo 11, em outra janela, revelou sua biografia na sua historia e no seu sofrimento: “... eu ainda mais: trabalhei muito mais, fui encarcerado mais vezes, fui açoitado mais severamente e exposto à morte repetidas vezes.

Cinco vezes recebi dos judeus trinta e nove açoites.

Três vezes fui golpeado com varas, uma vez apedrejado, três vezes sofri naufrágio, passei uma noite e um dia exposto à fúria do mar.

Estive continuamente viajando de uma parte a outra, enfrentei perigos nos rios, perigos de assaltantes, perigos dos meus compatriotas, perigos dos gentios; perigos na cidade, perigos no deserto, perigos no mar, e perigos dos falsos irmãos.

Trabalhei arduamente; muitas vezes fiquei sem dormir, passei fome e sede, e muitas vezes fiquei em jejum; suportei frio e nudez.” (11:23–27)

Através dessas tribulações e da maneira como Paulo respondeu a elas, ele pode provar que era um ministro do Evangelho.

De que maneira as pessoas sabem que você é um ministro de Deus?

Elas querem ver a diferença de uma vida com Cristo e uma vida sem Cristo.

Será que elas vêem o Tesouro que vive no seu vaso de barro?

O ministro do Evangelho não tem nada a ver com o que Paulo chamou de “torcer a Palavra de Deus”. (4:2)

A autenticidade do ministro tem a ver com o testemunho transparente; sofremos por causa de Cristo, mas resistimos firmes através do poder do Espírito Santo.

Um ministro deve evidenciar Cristo para aqueles que estão em busca de um Salvador.

Encontro Com a Palavra é um estudo escrito pelo Dr. Dick Woodward e narrado na voz do Pastor Edson Bruno.

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