Encontro Com a Palavra

Treinamento do Ministro

Pr. Dick Woodward      terça-feira, 26 de setembro de 2017

Compartilhe esta página com seus amigos

No ultimo programa iniciamos o estudo da segunda carta de Paulo aos coríntios, onde Ele epresenta razões pelas quais Deus permite o nosso sofrimento.

Paulo explica que uma das razões pela qual sofremos, é que com isso somos levados a Deus e descobrimos que Ele próprio é O Consolo de que precisamos em tempos de sofrimento.

Depois que sofremos e descobrimos que o consolo vem do Verdadeiro Consolador, estamos preparados, como ministros, para confortar e consolar outros que estão sofrendo.

Somos testemunhas fiéis do Consolador!

Imagine um mendigo mostrando a outro mendigo onde está o pão. Assim é o evangelista.

Um ministro de consolação, como Paulo se refere, é uma pessoa que já teve o coração machucado dizendo a outra pessoa com o coração machucado onde está o Consolo.

Depois de descrever as qualificações de um ministro, Paulo defendeu as suas próprias credenciais, falando do seu sofrimento em Listra, onde foi brutalmente apedrejado e dado como morto.

Irmãos, não queremos que vocês desconheçam as tribulações que sofremos na província da Ásia, as quais foram muito além da nossa capacidade de suportar, a ponto de perdermos a esperança da própria vida.

De fato, já tínhamos sobre nós a sentença de morte, para que não confiássemos em nós mesmos, mas em Deus, que ressuscita os mortos.

Ele nos livrou e continuará nos livrando de tal perigo de morte. Nele temos colocado a nossa esperança de que continuará a livrar-nos”. (II Coríntios 1:8–10)

De maneira sutil, Paulo estava atestando sua autenticidade como ministro da fé.

Ele abriu esta carta com uma discussão de como o sofrimento nos leva a Deus e nos qualifica como ministro de consolação.

Depois mostrou como ele foi qualificado para ser este tipo de ministro.

Na cidade de Listra Deus permitiu que Paulo sofresse além do que podia suportar, a ponto de “perder a esperança da própria vida”, para que aprendesse a confiar em Deus e não nele mesmo.

Depois que aprendeu a não confiar nele próprio, aprendeu que só Deus pode ressuscitar os mortos e dar livramento porque o livrou daquilo que deve ter sido uma experiência tremenda em sua vida.

Alguns acreditam que Paulo estivesse falando da sua própria morte e ressurreição quando foi apedrejado em Listra.

O Dever do Ministro

Qual é o dever de um ministro?

A resposta a essa pergunta está nessas palavras de Paulo: “porque para Deus somos o aroma de Cristo entre os que estão sendo salvos e os que estão perecendo.

Para estes somos cheiro de morte; para aqueles fragrância de vida.

Mas, quem está capacitado para tanto?” (II Coríntios 2:15–16)

De acordo com Paulo, como ministros do Evangelho, somos como flores que exalam o doce perfume de Cristo por onde passamos.

Esta fragrância pode levar alguns à salvação e à vida eterna e outros à morte. Se rejeitarem nosso perfume, rejeitam a Cristo e esse caminho leva à morte.

Mas se são levados a Cristo através do Seu perfume que exalamos, encontram nEle a salvação e a vida eterna.

O peso de tal responsabilidade fez Paulo perguntar: “Mas, quem está capacitado para tanto?

Não somos capzes de ser a diferença entre vida ou morte eterna para aqueles que passam por nós, mas Deus o é!

Não que possamos reivindicar qualquer coisa com base em nossos próprios méritos, mas a nossa capacidade vem de Deus.” (II Coríntios 3:5)

É através do Espírito Santo que vidas são transformadas.

Somos apenas instrumentos através dos quais Deus exala o Seu perfume, o perfume de Cristo que transformou e ainda transforma vidas.

O Que Motiva um Motivador?

Paulo, ao se defender contra as acusações de que estava “louco”, ensinou outro dever de um ministro.

No original grego, a palavra usada para “louco” tem o significado de “excêntrico”.

Eles estavam acusando Paulo de ter perdido o centro da sua vida ou o controle da sua vida.

Paulo concordou com as acusações que aqueles coríntios “egocêntricos” estavam fazendo.

Cristo era o centro da vida do apóstolo Paulo e foi isso que ele quis dizer quando escreveu: “Se enlouquecemos (se perdemos o centro e nos tornamos excêntricos), é por amor a Deus”. (II Coríntios 5:13)

A defesa de Paulo contra sua excentricidade ou descentragem era o amor de Cristo e o chamado para o ministério; essas duas coisas ocupavam o centro de sua vida.

Pois o amor de Cristo nos constrange, porque estamos convencidos de que um morreu por todos; logo, todos morreram.

E ele morreu por todos para que aqueles que vivem já não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou...

Portanto, somos embaixadores de Cristo, como se Deus estivesse fazendo o seu apelo por nosso intermédio.

Por amor a Cristo lhes suplicamos: Reconciliem-se com Deus.” (II Coríntios 5:14–15 e 5:20)

Encontro Com a Palavra é um estudo escrito pelo Dr. Dick Woodward e narrado na voz do Pastor Edson Bruno.

Comentários

Siga-nos nas Redes Sociais e fique por dentro de todas as novidades...

Cadastre-se gratuitamente nos cursos do Ecncontro Com a Palavra

 

Clique no link abaixo e faça seu cadastro agora mesmo!

Últimos Artigos

A Graça de Dar

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

A Transcendência do Ministro

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

A Transparência do Ministro

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

A Tarefa do Ministro

segunda-feira, 2 de novembro de 2020